Antecipe-se ao inverno!
Previna as infeções
respiratórias com a vacinação oral

Já imaginou o inverno sem infeções respiratórias e tudo o que estas representam? Antecipe-se, fale com o seu médico sobre a vacinação oral que o pode proteger a si e à sua família de complicações facilmente evitáveis, e viva a estação fria em pleno!

Faringites, laringites, traqueítes, bronquites, otites, bronquiolites, gripes e pneumonias são o resultado do contacto com numerosos vírus e bactérias que circulam no meio ambiente. E, inevitavelmente, todos os anos, principalmente no inverno, estamos expostos a estas infeções do trato respiratório, sendo uma das causas mais comuns de mortalidade humana por infeção, atingindo principalmente os extremos da população: os mais novos ou os mais idosos.

As infeções respiratórias são muito frequentes, quer nas crianças, quer nos adultos e são a principal causa de ausência na escola e no trabalho durante o inverno.

Estas infeções envolvem o trato respiratório superior e inferior e são causadas ​​por um grande número de microrganismos:  vírus e bactérias. Por esse motivo, a mensagem é clara: é preferível prevenir do que tratar!  A adoção de um modo de vida saudável é importante, mas a vacinação preventiva contra estas infeções respiratórias assume um papel vital para evitar futuras complicações.

Aconselhada a associação da
vacinação oral à vacina da gripe

De forma a melhorar a resposta contra as infeções respiratórias é recomendada a vacinação oral. Desta forma, esta vacinação poderá ajudar a prevenir as infeções respiratórias relacionadas com a constipação e a gripe.

Mas existem mais vantagens muitas vezes associadas à toma de vacinas orais, tais como poderem ser usadas em adultos e em crianças, a sua toma poder ser realizada desde o conforto de sua casa e até o facto de não serem conhecidas interações entre as vacinas orais e outros medicamentos.

Em suma, quando tomada em associação com a vacina da gripe, a vacina oral poderá potenciar o sistema imunitário e aumentar a resistência às infeções das vias respiratórias. Mesmo quando não tiver a indicação ou a recomendação para tomar a vacina da gripe, não significa que não beneficie de vacinação oral. A vacinação oral, mesmo sem ser associada à vacina da gripe, é eficaz na proteção contra as infeções respiratórias referidas.

Vacina da gripe é insuficiente
na prevenção das infeções
respiratórias

É sabido que as vacinas melhoram a imunidade do nosso organismo contra os vírus (como o vírus influenza, o chamado vírus da gripe). Contudo, e embora a vacina garanta imunidade à estirpe principal do vírus da gripe, esta não confere proteção às bactérias, nem estimula o sistema imunitário de forma inespecífica, como acontece com as vacinas orais, à base de lisados de bactérias.

Ou seja, em geral, a população acredita que, ao tomar a vacina da gripe está completamente protegida contra estas infeções enquanto, na verdade, apesar de ajudar a conferir proteção, esta não é de 100%. O seu efeito está dependente do estado de saúde geral da pessoa e do funcionamento do seu sistema imunitário. Segundo o Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, embora os estudos de eficácia variem, estima-se que a vacina reduza o risco de gripe em 40% a 60%.

Existem, no entanto, outros fatores de exclusão a ter em conta, tais como antecedentes de reação anafilática a qualquer um dos componentes, nomeadamente aos excipientes ou às proteínas do ovo.

Composição da vacina oral

Os lisados bacterianos presentes nas vacinas orais são constituídos por uma mistura de antigénios derivados de diferentes espécies bacterianas. Cada extrato é preparado com milhões destas bactérias. Os antigénios são obtidos após um processo de lise química, ou mecânica, das células e de liofilização.

No fundo, a vacinação oral estimula as células imunitárias responsáveis pela resposta a estes microrganismos, com vantagens clínicas evidentes, aumentando a resistência às infeções respiratórias.

Mecanismo de ação da
vacinação oral

Como mencionado, a vacinação oral contém lisados de bactérias que potenciam e estimulam as defesas naturais do organismo, aumentado a resistência às infeções das vias respiratórias.  Este mecanismo de ação, que foi demonstrado por testes experimentais, evidencia que a vacinação oral induz a imunomodulação inespecífica que aumenta as defesas contra infeções e diminui a inflamação das vias aéreas e a hiperatividade imune ativada por alergénios /patogénios respiratórios.

É este mecanismo duplo que mantém o equilíbrio imunitário, fornecendo uma estratégia complementar, ou mesmo principal, para a gestão de infeções respiratórias e episódios recorrentes.

Estes benefícios também podem ser muito interessantes do ponto de vista económico, pois as vacinas orais, ao possibilitar uma redução no número de exacerbações agudas, podem evitar hospitalizações ou permitir menos dias de internamento hospitalar.

As inúmeras vantagens da vacina oral

Em conclusão, existem muitas vantagens na toma da vacina oral:

  • A vacinação oral pode ser dada a crianças a partir dos 6 meses de idade.
  • A vacinação oral já demonstrou eficácia na prevenção de infeções respiratórias (superiores e inferiores/bacterianas e virais), com uma redução do número de infeções respiratórias nos vários grupos etários, das crianças aos idosos.
  • A vacinação oral é eficaz na doença respiratória crónica, como adjuvante ao tratamento, diminuindo o número de episódios de sibilância, o número de agudizações /toma de antibióticos, bem como o número de agudizações de rinossinusite, asma e doença pulmonar obstrutiva crónica.
  • Uma vacina oral pode ser usada pelos vários membros da família com segurança.
  • Uma vacina oral pode ser usada paralelamente em doenças crónicas, nomeadamente na insuficiência renal, e mesmo nas imunodeficiências, como o HIV.

Aposte na vacinação oral.
Fale com o seu médico!

De facto, os lisados ​​bacterianos que compõem as vacinas orais, são poderosos indutores de uma resposta imune, permitindo induzir uma redução significativa – ou mesmo o desaparecer por completo – de sinais e sintomas relacionados com as infeções respiratórias.

Sabe-se existir um efeito protetor geral com a vacinação oral e, tanto em crianças como em adultos, verificam-se reduções gerais das taxas de infeção, uma redução da sua duração, um efeito benéfico nos sintomas e ainda uma redução no uso de antibióticos.

O melhor mesmo é prevenir! Antecipe-se, fale com o seu médico sobre a vacinação oral e desfrute de um inverno em pleno, sem complicações!

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Esta informação não dispensa a consulta com o seu médico. Não tome medicamentos que não lhe tenham sido prescritos pelo seu médico para o tratamento das infeções respiratórias. Um medicamento que resultou num seu conhecido pode não ser adequado para tratar o seu problema. Caso esteja em tratamento, não o interrompa sem falar primeiro com o seu médico, mesmo em situações em que desapareceram as queixas e os sintomas. PT-NA-2000011

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