Após a quarentena, o desconfinamento

 em Vacinas

O mundo foi assolado por uma pandemia que atravessou fronteiras e teve um impacto profundo nas vidas de milhões de pessoas. A COVID-19 foi, e, infelizmente, continua a ser, responsável por um elevado número de perdas humanas, tendo também originado uma crise económica global, ainda sem resolução à vista.

Há, no entanto, boas notícias dentro deste panorama. Em Portugal, foram adotadas medidas precoces de confinamento, decorrentes do estado de emergência decretado, fazendo com que, até ao momento, o nosso SNS tenha sido capaz de dar resposta aos doentes que a ele acorreram no seguimento de infeção por COVID-19.

Continue atento

Não é altura de cruzar os braços e, para continuar a fazer frente a esta pandemia, aproveitamos para lhe recordar que se manifestar os seguintes sintomas: febre, cansaço ou tosse seca, deve permanecer em casa e entrar em contacto com a linha SNS 24. Outros sintomas que também merecem a sua atenção e podem ser indicativos de infeção por COVID-19 são: dores de garganta, sensação de mal-estar, congestão ou corrimento nasal e diarreia. Sintomas agravados, como dificuldades respiratórias, constituem situações de urgência e necessitam de assistência médica imediata, não os desvalorize!

Desconfinamento progressivo

Apesar da gravidade da situação, que é preciso não esquecer, chegou a altura de retomar algumas atividades que deixámos suspensas. Vamos começando, a pouco e pouco, a sair de casa para mais do que ir às compras de bens essenciais, consultas urgentes ou idas à farmácia. Demos início ao desconfinamento.

Isto não significa necessariamente que o pior está para trás, há ainda um longo caminho a percorrer até podermos proclamar que a normalidade está de volta.

É fulcral ter em conta algumas medidas preventivas sempre que deixar a sua casa, para a sua proteção e a dos que o rodeiam, contribuindo assim para evitar a propagação do vírus.

Como pode proteger-se a si e aos outros?

A DGS emitiu um conjunto de normas que visam esclarecer como podemos sair de casa, mas continuar em segurança. Recomenda, entre outras medidas:

– Manter uma distância de segurança mínima de 2 metros de outras pessoas
– Lavar as mãos ou utilizar um desinfetante após tocar em qualquer objeto ou superfície
– Evitar mexer na cara
– Descartar os lenços de papel usados num caixote do lixo, de preferência fechado, logo após a sua utilização
– Evitar fazer pagamentos com dinheiro – quando inevitável, desinfetar ou lavar as mãos de seguida
– Evitar utilizar acessórios como brincos, pulseiras e/ou anéis

Além disso, é obrigatório o uso de máscara nos transportes públicos, escolas, comércio e outros lugares fechados com múltiplas pessoas, por isso não saia de casa sem ela.

Existe uma percentagem significativa de pessoas que não demonstram sintomas, mas que ainda assim estão infetadas e podem transmitir o vírus, mesmo sem se aperceberem. Por isso é tão importante que todos cumpram as diretrizes, uma vez que só assim poderemos travar um avanço abrupto e contínuo da propagação deste vírus. Ao fazê-lo, estamos a proteger especialmente as populações mais vulneráveis como idosos, doentes com o sistema imunitário comprometido e pessoas com outras comorbilidades como diabetes, problemas cardíacos ou respiratórios.

Faça a sua parte, pelo bem de todos.

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